jump to navigation

A Crise do Sentido – Mídia e Violência June 26, 2007

Posted by Ezequiel Vieira in : comunicação, crítica de mídia, eventos/debates, jornalismo, política , 4 comments

O congresso “Adolescência, Violência e a Lei”, que acontece esta semana no Centro de Convenções de Vitória, contará com a presença da doutora em Comunicação e Semiótica, Malena Segura Contrera, para discutir o tema “Mídia e Violência”. O congresso começa na quarta (27) e vai até a sexta-feira (29).

Na manhã de sexta-feira (29), Malena, que é autora do livro “Mídia e Pânico: saturação da informação, violência e crise cultural na mídia”, irá apresentar a conferência “A Crise do Sentido – Mídia e Violência”, na qual vai discutir a maneira como a violência é noticiada nos meios de comunicação.

  • Pelo Projeto Pacto Pela Paz, Malena também esteve no estado em 2005 para uma palestra com a mesma temática ”Consumo Cultural e Violência”. Os slides apresentados foram esses


By rob

Para debater o assunto, farão parte da mesa o editor geral do jornal A Gazeta, Antônio Carlos Batista Leite e o editor executivo do jornal A Tribuna, Elimar Cortês.

Leia mais - Ciclo de Cinema debate Cultura da Violência

Via Governo do ES

Guilherme Canela: pauta de segurança é descritiva e não politizada (atualizado em 14/03) March 12, 2007

Posted by Ezequiel Vieira in : cotidiano, crítica de mídia, eventos/debates, jornalismo, política, política/ES , 2 comments

Postei no SlideShare uma apresentação que Guilherme Canela (resultados de busca) fez no final de 2005 no Projeto Pacto pela Paz. Ele é o coordenador de Relações Acadêmicas da Andi e esteve no Espírito Santo para falar sobre as relações entre imprensa e violência bem como da responsabilidade social que pesa sobre o jornalismo para pautar a questão da segurança pública de maneira mais densa e que se distancie do estilo de boletim de ocorrência.


By rob

Em sua apresentação, Canela destacou que

a maioria esmagadora das reportagens analisadas – 80 % – é construída a partir dos Boletins de Ocorrência das delegacias, os famosos BOs.

Segundo os dados de uma pesquisa que fundamentou a apresentação de Canela, os crimes mais noticiados são aqueles praticados contra a vida.

Eis a lista

  • 30% = homicídios
    10,1% = roubos
    7,1% = violência no trânsito
    5,5% = seqüestros
    3,2% = estupros
    1,9% = furtos

14/03 - Também postei os slides da apresentação feita pela Drª Malena Segura Contrera (Unip -Mackenzie) no mesmo ciclo de seminários do qual Canela participou. A apresentação de Malena teve como tema Consumo Cultural e Violência - não é necessário fazer nenhum download para ter acesso às duas apresentações.

Efeito Suzane July 22, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in : crítica de mídia, jornalismo , add a comment


Pegando carona no julgamento que virou seriado foi apresentado no Senado a proposta de que herdeiros homicidas percam direito à herança. Pessoas que participarem ou forem autores de homicídio doloso contra outras das quais sejas herdeiros ou legatários poderão perder o direito de receber os bens deixados pelo falecido imediatamente após a sentença de sua condenação ter transitado em julgado.

charge: edição de hoje do site charge online

Ao presidente, os jornalistas November 4, 2005

Posted by Ezequiel Vieira in : Uncategorized, crítica de mídia, política , add a comment


ATENÇÃO!
Lula vai falar!

Não sintonize o seu rádio no pragrama café com o presidente.Não vá assistir ao próximo telejornal para ver o corintiano (não me veio outra palavra) discursando em alguma inauguração ou vê-lo falar aos “neoliberais” o seu desejo de que o atual governo seja lembrado pelo bom desempenho econômico (a identidade de antes seria o social). Não espere pelo Fantástico para conferir Lula monologando em mais uma “entrevista” exclusiva. Desta vez o “bate-bola” será na edição número 1000 do Roda Viva da próxima segunda-feira às 22h30. Se o programa seguir a tradição de fazer boas perguntas, o cenário que lembra uma arena romana, será bem adequado diante de jornalistas “ávidos por ver sangue presidencial” (exagerei, eu sei). Isso seria muito bem-vindo se não fosse algumas questões que considerei importantes:
* a entrevista reunirá menos de 10 jornalistas. Serão poucos os veículos de comunicação que serão representados.

* o horário e o canal do Roda Viva não ajuda muito. Às 22h30 muitos trabalhadores já estarão dormindo e, pelo menos aqui no Estado, a TV Cultura não chega ao interior capixaba e cobre parcialmente a Grande Vitória. O programa poderá ser acompanhado em tempo real na net, mas quantos podem acessar?* o Roda Viva tem fama de ter um público bem segmentado e como são raras as falas dialogadas de Lula, seria interessante que um público mais diversificado pudesse assistir, público esse que também votou e vota nas eleições.

* o Roda Viva, que quase sempre é ao vivo - para poder receber do telespectador as perguntas que forem surgindo ao longo das entrevistas - desta vez será gravado horas antes de ir ao ar numa sala anexa ao gabinete do presidente, no Palácio do Planalto. Ou seja, Lula finalmente irá falar abertamente com os “jornalistas mal-educados” (quem concordou com a última coletiva que ele deu?) Mas não se ufane tanto. Pensando bem, acho que o discurso dele corre o risco de se limitar a uma sala anexa ao gabinete presidencial.

Veja: “laboratório de invenções da elite” November 2, 2005

Posted by Ezequiel Vieira in : Uncategorized, crítica de mídia, política , 3 comments

Considero como senso comum que não existe objetividade/imparcialidade no jornalismo. Penso que dizer que um autor não está presente em seu texto ou é ingenuidade ou é falar que alguma obra pode se constituir por si mesma, vinda do nada (uma outra hipótese é bem-vinda).

É um absurdo um veículo de comunicação se apropriar desse mito do jornalismo e tentar vender suas idéias panfletárias como sendo uma verdade indiscutível, como se a sua abordagem do real fosse, se não a única, a melhor possível.

A revista Veja tenta reivindicar esse “caráter civilizatório” e acaba se tornando não um espaço de debates, como seria uma possível identidade do jornalismo, mas se torna um “laboratório de invenções da elite”.

Aproveitando o gancho da matéria que ela veiculou essa semana de que a campanha de Lula teria recebido dinheiro vindo de Cuba, resovi colocar aqui o link de um artigo em que se faz um panorama sobre como são feitas as matérias na revista.

Para ler o artigo clique aqui.