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“O que significa isso de comunicação horizontal e vertical?” July 12, 2007

Posted by Ezequiel Vieira in : comunidade virtual , 4 comments

Como aprendiz de comunicador viral, espalhei por email e fui postar o link para os slides que apresentei na aula de Opinião Pública em algumas comunidades do orkut.

De uma ou duas não obtive nenhum acesso, de outras vieram algumas visitas e da comunidade Cibercultura além de visitas, por lá mesmo, algumas pessoas comentaram.

- Eis as postagens por lá até agora: (more…)

“Internet é a nova realidade”, afirma diretor do Yahoo! June 15, 2007

Posted by Ezequiel Vieira in : capitalismo cognitivo, cibercultura, comunidade virtual, economia, eventos/debates, internet, mundo afora, política, redes, web 2.0 , 1 comment so far

El poder  del social  media“. Esse foi o nome de uma conferência de que participou o diretor do Yahoo! na Espanha e América Latina, Ricardo Baeza-Yates. Ele destacou que a internet é cada vez mais fundamental e determinante da maneira como a sociedade vem se organizando. “Amplificar las redes sociales que siempre han existido pero que antes no era posible reunirlas en un mismo lugar.”

las personas se mantienen conectadas para comunicarse, informarse o entretenerse, y también cada vez más porque quieren ser parte de nuevas formas de participación con un sentido de pertenencia. Hoy en día cada vez más la web es usada para sentirse parte de algo y compartir con otros

 

Ricardo lembrou que o próprio conceito do que seja a web vem sofrendo mutações. Deixa-se para trás a idéia de uma web alheia ao usuário para uma que responda àquilo que o internauta deseja. Aqui o conteúdo produzido nas margens,  a partir do usuário comum,  passa a protagonizar o que vai se constituir na chamada web social, resultado das interações feitas em rede - “obra que va mucho más allá de las fotos y videos”.

Leia mais

11/12/06 - David Ugarte lança livro “El Poder de las Redes”

01/06/07 - Da lógica da centralidade à políica em redes

12/06/07 - A produção do imaterial na cidade

Via Atina Chile

Da lógica da centralidade à politica em redes June 1, 2007

Posted by Ezequiel Vieira in : capitalismo cognitivo, cibercultura, comunicação, comunidade virtual, economia, eventos/debates, inclusão digital, internet, política, redes, sociedade midiatizada, tecnologia, ufes, web 2.0 , add a comment

Foram indicadas três bibliografias para estruturar o artigo, para a aula sobre web 2.0, que se propõe a analisar um fenômeno das redes virtuais - a entrega foi adiada para o final do período. [Essa postagem é parte do que já havia escrito].

> Michel Bauwens - A Economia Política da produção entre Pares 

> Antonio Negri - A Constituição do Comum

> Henrique Antoun - Democracia, Multidão e Guerra no Ciberespaço

Todos os autores trazem, não mais como uma tese, mas como um dado da realidade para argumentação, que as redes sociais representam hoje um novo sujeito político.

Citados por Antoun, Arquilla e Ronfeldt vão dizer, em forma de dúvida retórica

As redes parecem ser as próximas formas dominantes de organização – muito depois das tribos, hierarquias e mercados – a chegar ao seu próprio modo de redefinir as sociedades e assim fazendo, a natureza do conflito e da cooperação.

“A natureza do conflito e da cooperação” porque seriam esses os fundamentos básicos sobre os quais a internet viria a ser constituída. Antoun vai recuperar então que as

Tecnologias informacionais de comunicação (TIC), que constituíram a internet e os sistemas de hipermídia através da comunicação mediada por computador (CMC), teriam uma dupla origem fundada nas necessidades estratégicas da máquina militar e nos investimentos de desejo de política democrática.

Antoun vai lembrar ainda que embora sejam inteiramente diversos esses dois princípios que regem o uso da rede hoje - “tanto na índole quanto no desenvolvimento da argumentação” teórica desencadeante - as discussões vão sempre se perguntar sobre o futuro da cooperação e do conflito “na sociedade pós-moderna a partir do advento das redes constituídas pelas TIC e CMC”.

A discussão sobre comunidades virtuais, por um lado, explorariam o poder de cooperação das organizações em rede, enquanto que as redes de guerra, por outro, assinalariam a de seu assustador poder de fogo em situações de conflito - vide o caso da forma de Bin Laden agir em rede no dantesco 11 de setembro. Estes trabalhos, tão contrários entre si, frisa Henrique, nos fazem perguntar se as redes são características de qualquer organização ou se elas são uma forma própria de organização  - que potencializadas pelas TIC e pela CMC - estaria conquistando suas emancipação na atualidade.

A leitura da íntegra desse artigo de Antoun vai indicar uma contundente aposta na segunda hipótese.

Redes colaborativas (more…)

Os quadrinhos e sua expressão política October 25, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in : cibercultura, comunidade virtual, política , add a comment

Se eu tinha alguma dúvida de que quadrinhos expressam muito mais do que inicialmente possa parecer, essa dúvida cruel foi embora essa semana. Revisitei algumas comunidades do orkut de que faço parte mas que não acesso há muito tempo. E eis que encontro na comunidade Mafalda um tópico pra discutir se a personagem é ou não comunista!

qdo mafalda embala o globo terrestre dizendo que ele está doente, seu pai pergunta o que ele tem, ao q ela responde: comunismo galopante. se o comunismo é galopante e adoece o mundo, ela reafirma os ideais ianques, os quais ela tb xinga. e tb diz: se o cretino do fidel castro disser que sopa faz bem, logo dirão que faz mal. vejam: cretino do fidel castro. o que vcs acham? “.

Tem uma tira em que ela mede a cintura do globo terrestre e diz: ‘Nenhum regime dá certo em você’. Ou alguma coisa do tipo. Acho que ela não apóia nenhum regime, só que faz critisca ao capitalismo com mais freqüencia(até por que é mais fácil, já que a gente mora no quintal dele). “” Querer rotulá-la de comunista, socialista ou capitalista é algo impensável, inimaginável, é algo que não se faz. Mafalda antes de tudo é uma contestadora, ela não aceita que as coisas sejam como são, ela não concorda com o capitalismo e nem com o comunismo, ela quer uma sociedade em todos tenham direitos respeitados e isso não quer dizer que ela seja socialista. Ela é antes de tudo patriota e deseja que o mundo seja mais justo, sem regimes parciais como ocorria na época em que ela foi escrita. A Mafalda é para ser degustada, eu sempre releio para poder conseguir pegar as entrelinhas que perdi. O mais interessante é que, para quem não sabe, a Mafalda foi criada para fazer propaganda de uma empresa argentina, essa história da criação dela pode ser encontrada no livro ‘Mafalda Inedita’ que não sei se foi traduzido para o português

Nada contra a menina-prodígio. Nem eu sei exatamente o porquê mas eu adoro a Mafalda - sempre quando leio jornal a primeira coisa que abro é a sessão de quadrinhos. A intenção era mesmo destacar um fato para o qual nunca tinha olhado com mais atenção. Agora vou pesquisar nas comunidades Quino, Garfield e cia pra ver se encontro alguma coisa do tipo.

Mídia e eleições é tema do 5º encontro de jornalistas September 26, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in : Eleições, comunicação, comunidade virtual, eventos/debates, jornalismo , add a comment

No ano passado a nossa turma inaugurou a disciplina de jornalismo digital na Ufes e fizemos um blog para cobrir o III Fórum de Comunicação Social que tivemos por aqui.

O pessoal do 2º período da UMESP teve a mesma idéia e também criou um blog para cobrir o 5º Encontro de Jornalismo que acontece pelo campus de lá até amanhã. O encontro deste ano tem por tema, claro, Mídia e Eleições.

Via Jornalistas Blogueiros!

Veja também o artigo de Roberto Pompeu de Toledo publicado na Veja desta semana - A armadilha e o mito:

“Tem-se atribuído a popularidade de Lula a razões que vão das benesses do Bolsa Família à desinformação da maioria da população. É mais que isso. Lula não é um político. Não é nem mesmo uma pessoa. É um mito. É o retirante nordestino e operário metalúrgico sem um dedo que virou presidente, discursa na ONU e passeia de carruagem com a rainha da Inglaterra. Vá se derrotar um mito! Vá se querer destituir Hércules depois de ele ter cumprido os doze trabalhos! Vá se desafiar Teseu depois de ele ter derrotado o Minotauro!” continuação