Primeiro artigo publicado December 15, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in : artigos , 1 comment so farTô um tanto desesperado buscando publicar algum texto/artigo. Digamos que é uma vergonha um estudante de comunicação, às portas de se formar, ainda não tenha nada publicado.
Uma colega da geografia disse que pra mim as coisas são mais fáceis, já que o jornalismo seria uma área que facilitaria bastante ter alguma coisa publicada. De fato é, mas ainda não tenho. Se for levado em conta o que faço por aqui e não é oficialmente publicado como artigo…
já tô com muitos créditos no currículo…. hehe
Hoje uma amiga lá de Aracruz veio me dizer que já posso dizer sim que tenho um artigo publicado. Ela leu a postagem [CVRD sobe a montanha e vira VALE] sobre a mudança de logomarca da Vale que, feito spam, mandei pra Deus e o mundo e encaminhou para um tal de site Folha Litoral. A postagem foi publicada no site e na edição impressa do jornal na seção de artigos. Uma pena que não saiu nenhuma lincagem que coloquei e muito menos um linquezinho pro meu blogue….
Mas em todo caso tá aí
Blogs metropolitanos: “É hora de construir bairros na rede” December 10, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in : "Jornalismo Cidadão", artigos, blogs, ufes , 6 commentsEis mais um artigo ou, para ser mais exato, eis mais um trabalho de final de semestre. Feito para a discisplina Internet e Jornalismo Cidadão, este é o trabalho final feito com a colega Camila Fregona.
O artigo segue abaixo na postagem. Quem preferir também pode fazer download - ele ainda não foi corrigido pelo professor, mas ficamos empolgados com o resultado e logo logo vamos fazer as devidas correções para futura publicação oficial em algum periódico por aí.
Resumo: O presente artigo faz uma avaliação das práticas de blogs metropolitanos das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Antes, são feitas considerações sobre o contexto social contemporâneo que possibilita essa prática em redes virtuais desde uma perspectiva pela qual a produção de comunicação e cultura se torna cada vez mais democratizada e sua distribuição e acesso se tornam também mais facilitados.
Palavras-Chaves: Redes Sociais; Blogs metropolitanos; Subjetividade; Sociedade em Rede; Jornalismo hiperlocal
Blogs metropolitanos: “É hora de construir bairros na rede”
Lorenzo Vilches (2003) identifica que com a introdução da indústria e do mercado, a partir do século XVI, o intercâmbio do conhecimento passa a experimentar grandes mudanças na estratégia política e cultural.
O acesso ao saber, que antes era restrito ao um detentor do conhecimento, se dispersa, se espalha e se globaliza a partir de quatro estágios básicos propostos pelo autor: (more…)
A cooperação como elemento constituinte das redes sociais June 22, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in : artigos, catarse, redes, ufes , add a commentNessa metade de ano a temática do blog ficou bem mais virtual. Também pudera. Não poderia ser diferente tendo ao longo do período um laboratório de jornalismo digital e uma optativa sobre produção e colaboração em rede.
Talvez menos virtual e mais nas ruas o blog segue em frente. Esse é o 7º período de um curso que, cá onde estou agora, parece ter passado bem depressa - mas não me prometa nada para daqui a quatro anos. Talvez por medo de ainda não saber muito bem o que pretendo fazer depois de formado, sigo na universidade por mais um ano.
Até lá vou pegando algumas disciplinas de política que me interessaram em ciências sociais pra minimamente saber sobre o que estou falando quando essa for a minha atividade no jornalismo. Além das matérias também não posso me desgrudar de professores de quem acredito que tenho muito a aprender - Mauro, Zorzal, Martinuzzo, Malini, Albernaz. Quando eu crescer quero ser uma mescla deles.
Em suma, depois de alguns percalços, alinhavei as anotações que vinha fazendo pro artigo que tinha que fazer para a optativa sobre redes virtuais. Sem muita criavitidade batizei de “A cooperação como elemento constituinte das redes sociais”.
- A quem interessar possa, eis o artigo.
Imagem: Flickr
Sistema político cá e lá - não existe transcendência a ser manifestada March 14, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in : artigos, mundo afora, política , 1 comment so farNaomi Klein (Sem Logo) traz uma provocação para o campo da publicidade que no final das contas é muito bem-vinda como metodologia de pensamento. Ela escreve que
Embora haja uma trajetória clara em todas essas histórias, há pouco propósito, nesse estágio de nossa história patrocionda, em imaginar um passado mítico sem marcas ou algum fututo não comercial.
No campo da política, assim mesmo não tão distante da publicidade - para desgosto dos puristas e revolucionários que agem pontualmente em visitas de Bush e cia, tento encontrar a época a qual Bauman se refere como ideal de convívio e atividade politíca coletiva que teria sido deixada para traz e que, como tal, deveria ser resgatada - Modernidade Líquida.
A coluna dessa semana de Cesar Felício (Um debate de críticas irresponsáveis - Valor Econômico 13/03) traz ainda mais luz nessa querela de transcendência da perfeição política que teria que ser manifestada.
Felício faz o favor de lembrar que o desprestígio do sistema partidário não é uma idiossincrasia tupininquim e sim um fenômeno mundial. Um problema que beira a ser um dado da realidade, para ser mais preciso. O jornalista cita uma pesquisa do Eurobarometro do ano passado e destaca que nos países mais populosos da Europa, como França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha, os partidos são as instituições em que a sociedade menos confia, com índices que vão de 12% (casos francês e inglês) a 25% (caso espanhol).
A situação não é diferente na América Latina. Outro levantamento citado pelo colunista, o Barômetro Iberoamericano de Governabilidade, apurou entre 2005 e 2006 índices de confiança partidária que variariam entre pífios 2% no Equador a 22% no Chile. A chuva de estatísticas indicaria que há um problema estrutural dentro dos poderes, seja qual for o nível de consolidação democrática. Os dados mencionados indicam também que a desconfiança atinge a maioria dos países com voto distrital puro, distrital misto, proporcional com lista fechada, com lista aberta, com financiamneto público de campanha, “enfim, com todo o rosário das soluções lembradas pelos que defendem a reforma política.”
Partidos e parlamentos são impopulares em todo o mundo, mas é óbvio que não fazem da tábua rasa das diferenças entre a democracia na Europa e na América Latina. A linha divisória está no grau de confianaça nas instituições responśaveis po políticas permanentes no Estado. Sabe-se onde o calo aperta. Os pesquisados no Haiti declraram confiança no Congresso igual à francesa: 27%. Quando se pergunta sobre Justiça, a credibilidade do judiciário francês vai a 40% e a do haitiano a 5%. Ao se tratar de Igreja, a da França consegue 35% de confiança e a do Haiti 82%. Nos países europeus, invariavelmente, desponta com maior credibilidade a polícia e as Forças Armadas. Nos latino-americanos, com exceção do Chile e da Venezuela, só Deus salva: a Igreja Católica é a instituição mais confiável para todos as demais países.
Etc - Acesse também a postagem Orkut dá poder de censura à política brasileira: repercussão na blogosfera no Jornalismo e Internet
Pena de morte e suas contradições February 16, 2007
Posted by Ezequiel Vieira in : artigos, cotidiano, política , 3 commentspor Elaine Dal Gobbo - Estudante do 7ºp de jornalismo/Ufes
Tenho certeza que a pena de morte não impedirá atos violentos cometidos por essa juventude. Sabe por que? Porque essa juventude sabe que vai morrer, com ou sem pena de morte.
Sempre que ocorre um crime com requintes de crueldade tem início a discussão sobre a pena de morte no Brasil e a redução da maioridade penal. Tenho que admitir que em relação à segunda medida mencionada para diminuir a violência eu ainda não tenho opinião formada. Preciso ler mais sobre o assunto e conversar com quem possui uma postura contrária, já que os argumentos de quem é favorável eu já conheço, pois são sempre os mesmos: “uma pessoa que pode votar também pode responder pelo crime que cometeu” ou “uma pessoa de quinze, dezesseis anos sabe muito bem o que faz”.
No que diz respeito à pena de morte eu tenho uma opinião formada: sou contra. Muitos fatores me influenciaram na adoção dessa postura, e esses fatores vão desde visitas a presídios, conversas com detentos, agentes penitenciários e jovens inseridos na criminalidade até convicções religiosas. Gostaria de narrar algumas experiências que vivi e que me fizeram crer que a pena de morte é um equívoco. Tive a oportunidade, por meio da Pastoral Carcerária, de visitar o Departamento de Polícia de Jardim América e o Mosesp, em Viana, o que foi uma experiência ímpar. Não vou aqui relatar as condições das cadeias, e sim, falar sobre as conversas que tive com pessoas lá de dentro. (more…)




