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Ao chegar ao poder, o idealista revolucionário não amará a liberdade que tanto pregou February 23, 2007

Posted by Ezequiel Vieira in : política , trackback

Via o Ex-Blog de César Maia

Num artigo no jornal La Nacion -no dia 16/02- Marcos Aguinis, comenta as “revoluções”,  bolivariana e em alguns paises árabes, e os riscos de exportação das mesmas. Trecho !

1.  ” O poeta Heinrich Heine, escreveu que temia aos idealistas revolucionários, apesar de lhes ter alguma simpatia, porque quando tem o poder depreciam a liberdade e a arte, não amarão as flores, nem respeitarão as diferenças. Em outro texto fala da fantasia que está na cabeça de um revolucionário, aparentemente angelical.  Suas súplicas ao bom Deus começam exibindo inocência: uma habitação arejada, uma sólida mesa para comer e escrever, e uma janela ampla pela qual veria grandes e formosas árvores,………..nas quais pendurará seus inimigos.”

2. “Sempre agitam a ilusão prévia de libertação, que logo se corrompe com assassinatos, campos de concentração e tirania. Pareceria que continuavam lançando chispas à maldição etimológica, porque em vez de conduzir ao futuro, a tração é para trás, em direção aos males que pretendia corrigir. Muda a decoração e os atores. Mas não o roteiro.”

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