Não é papel do jornalismo salvar o mundo, mas ele pode trazer elementos de uma mudança September 29, 2006
Posted by Ezequiel Vieira in : eventos/debates, jornalismo , trackback“‘Há uma capacidade decisiva dos meios de comunicação para atuar na consciência da sociedade, com tendências irreversíveis. No entanto, nós, jornalistas, não decidimos o que a sociedade faz’, acredita Ernesto Tiffenberg, diretor de jornalismo do Página 12, da Argentina, o primeiro meio impresso do país com compromisso na defesa dos direitos humanos – hoje é o terceiro diário nacional, atrás somente do Clarín e do La Nación” continuação na Carta Maior.
* a frase do título foi pinçada da fala do Martinuzzo na palestra de ontem à noite na Rede Gazeta. Ela foi uma resposta a uma pergunta de quem fazia lamentos sobre uma precariedade do fazer jornalístico ante a complexidade dos interesses em conflito e das contradições presentes na sociedade. Mas Martinuzzo não deixou de frizar a responsabilidade do jornalista como um articulista de discursos e cujo trabalho tem relação direta com o simbólico.
A propósito: também foi recuperada uma pesquisa em que se mostra que “Globalmente, a imprensa foi considerada confiável por 61% dos entrevistados contra 52% das opiniões favoráveis aos governos. A imprensa mereceu as maiores notas na África (na Nigéria chegou a 88% contra 34% de credibilidade no governo) e na Ásia (na Índia, a imprensa merece a confiança de 82% da população enquanto o poder público tem 66%) - mais dados da pesquisa pode ser lido no Código Aberto e mais detalhes da palestra de ontem à noite vai ser postado amanhã.










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