jump to navigation

Efeito Suzane July 22, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in : crítica de mídia, jornalismo , add a comment


Pegando carona no julgamento que virou seriado foi apresentado no Senado a proposta de que herdeiros homicidas percam direito à herança. Pessoas que participarem ou forem autores de homicídio doloso contra outras das quais sejas herdeiros ou legatários poderão perder o direito de receber os bens deixados pelo falecido imediatamente após a sentença de sua condenação ter transitado em julgado.

charge: edição de hoje do site charge online

Até quando? July 18, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in : catarse , 1 comment so far

Não sei porquê, mas fiquei com uma vontade irresistível de falar sobre essa mania, que já não é mais tão “mania” assim: o Orkut.

No começo, era tudo muito legal. A gente podia usar esse site de ralacionamentos para reencontrar amigos ou tentar encontrar novos ,discutir novas idéias, expressar opiniões e também falar um pouco sobre si mesmo… essas coisas românticas que sempre vêm com as noviadades.

Depois, veio a fase narcisita, na qual arrecadar mais amigos (que a imensa maioria você sequer tinha visto), gelinhos, coraçõeszinhos, estrelinhas, recados, enfim era imprescindível tornar-se alguém popular e bater o maior número de recordes.

Quando enfim foi implantada a nova ferramenta de rastreamento de quem fica observando o seu perfil… aí é que o Orkut virou uma bagunça. Fakes e mais fakes, vírus (ok, eles já existiam desde o começo), recados sem pé nem cabeça, convites, digamos, comprometedores e tantas outras coisas que pra muita gente o site já perdeu a graça. Afinal existem bem mais opções na internet que ele. Não sei se o “enterro brasileiro” do Orkut já foi anunciado, mas tudo indica que um novo sítio, o You tube, vai preencher esse vazio… Tudo porque é muito mais divertido assistir ou produzir vídeos de qualquer formato ou contexto do que ficar bisbilhotando a vida de pessoas que nem sabemos se existem realmente.

Claro que ainda tenho o meu Orkut.

o 1º mês de crise no governo Lula pela Gazeta e Tribuna July 14, 2006

Posted by Ezequiel Vieira in : iniciação científica , 4 comments

Nem acredito. Até o dia 31 ainda falta fazer uma boa conclusão, mas finalmente concluí a redação de meu projeto de pesquisa. Agora é preparar um resumo de 10 minutos para apresentar o trabalho na Jornada de Iniciação Científica que acontece na Ufes em outubro. Até lá pelo menos três textos de preparação serão produzidos e publicados por aqui.

A constatação mais evidente foi a de que, durante o período analisado - 20 de maio a 30 de junho do ano passado - Lula deixou de ser o sujeito que agia no sentido de evitar a criação das CPIs e quem passou a exercer esse papel foi o seu Governo. A diferença entre os dois ficou bem demarcada.

Enquanto Lula prometeu fazer cortes na própria carne se fosse provado as denúncias de corrupção em seu governo e também afirmou ir até as últimas consequências para que tudo fosse investigado, o seu governo é quem age no sentido de impedir qualquer investigação das denúncias.

De forma superficial - partes do resultado do trabalho serão apresentados até a data da jornada - é possível afirmar que a pessoa do presidente Lula foi preservada e que, pela análise de capa de A Gazeta e A Tribuna, o principal vilão de todo esse enredo de crise politica foi o Governo petista - personificado como incompetente e corrupto.

 

“Observamos que, sem citar explicitamente o presidente Lula, é o governo quem aparece de novo como sujeito manipulador na tentativa de evitar a CPI “O Palácio do Planalto pressionou, ofereceu cargos e verbas, mas foi em vão: a CPI dos Correios deverá ser criada na quarta-feira no Congresso”. Nesse trecho do texto de abertura é reforçada a idéia da ação que não se concretiza - mesmo o governo tendo pressionado e tentado a oposição com cargos e verbas, que aparecem como objetos de valor de troca. Considerando que o legislativo tem a competência do dever legislar em consonância com os interesses da nação como eleitora, a imagem do governo é negativada, pois este aparece como um sujeito que contraria a vontade (o querer) do eleitor, tentando mudar a ação natural esperada do legislativo, outro sujeito que tem a obrigação (o dever) de investigar os fatos”.